Notícias do Avelar
ETP Sicó inaugurou balcão dos direitos humanos
Consciente da importância dos direitos humanos na formação de cada jovem, a Escola Tecnológica e Profissional de Sicó de Avelar, numa parceria com a AJPaz – Associação de Acção para a Justiça e para a Paz, desenvolveu, ao longo de vários meses, neste estabelecimento de ensino, o Projecto "Igualdades".
Ao que o nosso jornal pode apurar junto de Inês Rodrigues, uma das voluntárias da AJPaz, o projecto "Igualdades" "surgiu para dar resposta às necessidades da comunidade educativa de escolas de seis concelhos, nomeadamente no que diz respeito às questões dos direitos das mulheres, da violência e da igualdade de oportunidades para homens e mulheres". Segundo esta técnica, o projecto visa a formação dos jovens, assim como "capacitar e desenvolver competências, saberes e atitudes para que no futuro os alunos possam agir e ser agentes da igualdade no seio da comunidade".
Ainda de acordo com as declarações de Inês Rodrigues a Escola Tecnológica e Profissional de Sicó, em Avelar, foi incluída no projecto visto que, neste estabelecimento de ensino, "havia alguns alunos considerados de risco", sendo que desta forma estarão mais atentos para algumas dessas situações e terem uma atenção diferente na promoção da igualdade.
O projecto "Igualdades" arrancou em Maio e termina neste mês de Dezembro. No caso da ETP Sicó de Avelar, o projecto, que foi desenvolvido no âmbito das actividades lúdicas, que decorrem ao final da tarde de quarta-feira, no Espaço Agir, culminou, no passado dia 29 de Novembro, com a inauguração do Balcão dos Direitos. De acordo com declarações de Inês Rodrigues, o Balcão dos Direitos é um espaço "que possui determinados recursos materiais e toda a informação útil para agir na questão dos direitos humanos e que pode ser consultado por toda a comunidade educativa". Quando o projecto terminar, para além dos balcões dos direitos inaugurados nas escolas, na opinião da voluntária da AJPaz, "ficará também o conhecimento e a reflexão que os jovens fizeram ao longo do projecto e que, certamente, os vai tornar capazes de agir com um consciência de igualdade".
Alexandra Santos