Notícias eclesiais
Em Caxito, Angola, P. Armando participou
na tomada de posse do novo Bispo
No passado dia 14 de Outubro, entrou solenemente na recém-criada diocese de Caxito, D. António Jaca, seu primeiro Bispo, que tinha recebido a ordenação episcopal, no passado dia 22 de Julho. O motivo para a participação do P. Armando Duarte prende-se com o facto de o novo Bispo ter sido director da Rádio Ecclesia de Angola e Vice-Presidente da VOX, a que tem presidido o Director da Rádio Vida Nova e da Associação das Rádios de Inspiração Cristã. Além disso, esta oportunidade possibilitou ao P. Armando um conhecimento mais aprofundado da Rádio Ecclesia, para tentar encontrar resposta para alguns dos seus problemas, nomeadamente a sua expansão a todo o território de Angola, através da emissão por satélite.
Para além desta participação, foi aproveitada a oportunidade para ajudar as comunidades a sentirem-se mais solidárias e missionárias. Assim, a paróquia de Mirando do Corvo quis exprimir a sua participação, não apenas rezando, mas igualmente enviando um apoio monetário, para ajudar a nova diocese a fazer face às suas primeiras despesas. Foi entregue a importância de 1.200 euros, a partir de alguns contributos individuais e diversos sectores da paróquia de Miranda.
D. António Jaca, agradecido pela presença e apoio do pároco de Miranda e presidente da VOX, enviou uma mensagem, em que afirma, nomeadamente: "As palavras são exíguas para exprimir o meu agradecimento a si, pessoalmente, e a todos os seus paroquianos pelas orações, felicitações, e por terem estado tão perto de mim no dia da minha ordenação episcopal e, agora de forma muito particular, na celebração festiva em que tomei posse como primeiro bispo da recém-criada diocese de Caxito. Agradeço este gesto amigo e de comunhão no Senhor". Além disso, não esqueceu o apoio económico inicial, afirmando: "Em meu nome pessoal e dos meus amados diocesanos agradeço ainda a oferta pecuniária que das vossas mãos recebemos, num gesto de solidariedade e generosidade dos seus paroquianos, e que nos ajudará a acudir às muitas necessidades desta nova diocese. Que o Senhor seja a vossa recompensa", afirmou.
VOX realiza 4º encontro das rádios lusófonas católicas
Carcavelos acolheu, de 17 a 21 de Outubro, os participantes no quarto encontro das rádios lusófonas, provenientes de Portugal, Brasil, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique. Representando rádios e associações destes países. Ersta reunião foi possível, graças ao esforço da direcção da VOX, das rádios associadas, e do Santuário de Fátima, sendo lamentável que o apoio governamental português tenho sido insignificante, não permitindo a vinda de outras associadas. Tal gesto foi mesmo entendido como um "insulto" à lusofonia, lamentando-se a sua falta de sensibilidade para a valiosa contribuição da VOX e associadas. Por tudo isto, esta realização foi um sucesso, conseguindo um passo em frente no serviço que já é prestado e que se pretende implementar.
Este evento permitiu ainda assinalar 10 anos da criação da VOX (16/10/97), o que motivou o elogio do representante da Unda/Signis do Brasil, tendo afirmado que a VOX caminhou mais nestes 10 anos do aquela congénere brasileira, que leva já 20 anos de trabalho associativo. Efectivamente, é assinalável que nas conclusões se tenha afirmado a "possibilidade da implantação de uma rede via satélite, a partir de Lisboa, para a África, tendo como suporte gerador a FEC – Fundação Evangelização e Culturas e Rádio Renascença". Salientando a importância de acolhimento das "diversas etnias e emigração", sublinha-se a necessidade de pluralismo, mas também outros desafios para a prossecução da solidariedade, comunhão e partilha das rádios neste projecto evangelizador sobre os telhados.
De Portugal, além de diversos oradores, participaram representantes da Associação das Rádios de Inspiração Cristã, da Rádio Renascença e da Fundação Evangelização e Culturas. Continuará a haver uma atenção especial a Moçambique, que luta com mais dificuldades. O próximo encontro realizar-se-á dentro de três anos.
A. D.
ISET e Seminário inauguraram nova biblioteca
No passado dia 25 de Outubro foi inaugurada, no edifício "Casa Novíssima" do Seminário de Coimbra, uma nova biblioteca que integra as obras existentes na biblioteca do Instituto Superior de Estudos Teológicos (ISET) e na biblioteca do mesmo Seminário, num total de quase dez mil volumes.
A inauguração da biblioteca ocorreu no dia da abertura solene das aulas do ISET, seguindo-se à da Eucaristia, presidida por D. Albino Cleto e concelebrada pelos bispos de Aveiro, Leiria-Fátima e Portalegre e Castelo Branco e por vários professores do Instituto, membros da equipa educadora do Seminário e párocos da cidade de Coimbra.
Na homilia da missa, D. Albino pôs em relevo a humildade sempre necessária, como dom do Espírito, para quantos se dedicam ao estudo das ciências, e nomeadamente da ciência teológica.
A cerimónia de abertura da biblioteca constou de dois momentos: a bênção das renovadas instalações, e as intervenções do Reitor do Seminário e do Director do Instituto.
O cónego Aurélio Campos, reitor do Seminário, recordou depois os passos dados, ao longo de dez anos, para tornar este sonho numa realidade concreta, descrevendo as obras necessárias para transformar a cave da "Casa Novíssima", mandada construir em 1880 pelo grande e benemérito Bispo-Conde D. Manuel Correia de Bastos Pina, num espaço adequado para esta finalidade.
De acordo com uma nota informativa que chegou à nossa redacção, o P.e António Jesus Ramos, director do ISET de Coimbra e um dos responsáveis por esta estrutura, acredita que esta biblioteca em valorizar não apenas as instituições que a criaram (de que fazem parte as dioceses de Coimbra, Aveiro, Leiria-Fátima e Portalegre e Castelo Branco), mas também a Cidade e a Região Centro.
Dos Santos aos Fiéis Defuntos
Celebrações marcam profundamente a religiosidade dos portugueses
A proximidade destes dois dias do princípio de Novembro, respectivamente o dia 1 e 2, levou a que frequentemente se imagine que se trata de uma única celebração em dois dias consecutivos. No entanto, não é assim, embora cada um destes dois dias tenha muito de comum, que é a celebração do mistério da vida para além da morte e a esperança de nela tomarmos parte, como membros do mesmo e único Corpo de Cristo que por nós morreu e para nós ressuscitou. Os Santos sempre foram celebrados desde o princípio do Cristianismo, particularmente os Mártires.
Na solenidade de todos os Santos, a Igreja propõe uma visão da glória, às portas do inverno, para que, com o cair das folhas das árvores e o apagar-se gradual da luz do dia, não esmoreça nos seus filhos a esperança da vida e da vida plena em Deus, onde os Santos são para nós ainda peregrinos na Terra, um estímulo e um contínuo convite a que desejemos, para além da morte, a vida eterna em Deus.
O dia de Todos os Santos é, por isso, um dia de festa que não deve ser ofuscada pela celebração do dia que se lhe segue.
A comemoração de todos os Fiéis Defuntos nasceu, no entanto, em ligação com a celebração do dia anterior, e muito naturalmente, pois que também nela se celebra a vida para além da morte, na esperança da ressurreição do último dia. O dia chama-se Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, depois de Todos os Santos, todos os que partiram deste mundo, marcados com o sinal da fé e esperam ainda a purificação total para poderem chegar à visão de Deus.
O nome tradicional para falar dos que partiram é Defuntos - palavra que significa os que deixaram a sua "função" , a sua actividade terrena e que não devem ser chamados "Finados", palavra de sabor pagão, que significaria os que chegaram ao fim de tudo quanto é vida, onde não haveria lugar para "a vida do mundo que há-de vir", como professamos no Credo.
Também a sucessão dos dois dias litúrgicos insinua esta íntima ligação dos dois cultos: a Igreja pretende abraçar todos os cristãos que já concluíram a sua peregrinação terrena, a começar por aqueles nos quais já se cumpriu integralmente o mistério pascal com o triunfo da ressurreição de Jesus Cristo.
In: Agência Ecclesia
Oratória sobre Fátima volta aos palcos
A oratória "Fátima, sinal de esperança para a Humanidade" sobe de novo ao palco em Leiria, na Sé de Leiria, no dia 17 de Novembro, às 21h00. Novo espectáculo tem lugar em Beja, no Pavilhão de Exposições e Feiras de Beja, no dia 18 de Novembro, às 16h00.
Após a antestreia, a 11 de Outubro, o Santuário de Fátima estreou a 13 de Outubro, na Igreja da Santíssima Trindade esta oratória, uma iniciativa cultural integrada nas celebrações dos 90 anos das Aparições em Fátima.
Um novo concerto teve lugar na tarde de 14 de Outubro, também na Igreja da Santíssima Trindade.
Com texto organizado com base nas "Memórias da Irmã Lúcia" e música do compositor Padre António Cartageno, a oratória dá voz a alguns dos momentos que marcaram a história das aparições em Fátima.
Participam na execução da Oratória 366 elementos: 8 Solistas (5 crianças e 3 adultos), um Coro composto por 11 grupos (6 de Leiria, 4 de Beja e o coro infantil do Santuário de Fátima), a orquestra Filarmónica das Beiras, com 47 músicos, dirigidos pelo maestro Mário Nascimento.
In: Agência Ecclesia
Advento inicia-se a 2 de Dezembro
Na liturgia da Igreja Católica, a preparação para o Natal começa quatro domingos antes do dia 25 de Dezembro, data do nascimento de Jesus Cristo. Em 2007, o primeiro domingo do advento, como é chamado o tempo de preparação, é 2 de Dezembro. A partir dessa data, a Igreja recomenda austeridade, nada de luxo ou festas.
É tempo de preparar para o Natal. Aí sim, é altura de festejar, de estar com a família.
Do Advento ao Natal na diocese de Leiria-Fátima
Um presente de Deus
Durante o tempo de Advento e Natal, a diocese de Leiria-Fátima vai levar a cabo uma "Campanha" que pretende ajudar as crianças e adolescentes a compreender, celebrar, rezar e viver este tema do acolhimento e da vocação, conjugados e iluminados "na perspectiva da ternura de Deus".
A partir da carta pastoral, "Testemunhas da Ternura de Deus", o Secretariado da Catequese da
diocese de Leiria-Fátima procura com "Um Presente de Deus", traduzir a "ideia fundamental da iniciativa do acolhimento de Deus que se manifesta nos dons que nos concede. O presente é uma manifestação de amizade, de ternura".Os símbolos que acompanham o tema deste ano (a candeia, o ícone da Mãe da Ternura e a Bíblia) vão servir para descobrir o rosto da presença da ternura de Deus. "Uma ternura que, passando por nós, pode chegar também aos outros, numa atitude de partilha", diz o Secretariado Diocesano Catequese.
A Campanha decorrerá de 25 de Novembro a 13 de Janeiro de 2008. No domingo de Cristo-Rei será feito o lançamento com a oferta da caixa-presente. A 2 de Dezembro far-se-á abertura do primeiro presente (candeia); enquanto que a 9 de Dezembro, a do segundo presente (ícone). A 16 de Dezembro faz-se a abertura do terceiro presente (Bíblia) e já depois do Natal, a 6 de Janeiro será o lançamento da "Infância Missionária" e a 13 de Janeiro, a recolha das ofertas da "Infância Missionária".
Ecologia, Paz e Estilos de Vida
O Concurso Europeu da Pax Christi 2008 será dedicado ao tema "Ecologia, Paz e Estilos de Vida", iniciativa organizada pelo segundo ano consecutivo pela secção portuguesa da Pax Christi em parceria com as secções alemã, britânica, francesa, belga e italiana do movimento católico.
A intenção é promover junto dos jovens a reflexão sobre a paz e ao mesmo tempo incentivar a sua criatividade sobre o tema apresentado. Destina-se a todos os jovens, entre os 15 e os 18 anos, que frequentam o ensino secundário público, privado e cooperativo.
A partir da interpelação "Se não agirmos JÁ, será demasiado tarde!", os jovens, em equipas de quatro, são convidados a criar, numa sequência com a duração máxima de 3 minutos (num clip de vídeo digital ou em PowerPoint), um «spot» de sensibilização para a necessidade de mudar estilos de vida e comportamentos que ponham em causa a protecção e o respeito pela natureza e o desenvolvimento e a partilha dos recursos do nosso planeta.
Devem ter o apoio de um professor que esteja disponível para acompanhar a equipa vencedora na viagem. O prémio será uma viagem-encontro a Florença (Itália), nos inícios de Abril, com as equipas vencedoras dos países participantes: Alemanha, Reino Unido, França, Bélgica, Itália e Portugal.
Mais informações em http://paxchristiportugal.no.sapo.pt/#ConcursoEuropeuPax.
In: Agência Ecclesia
Papa Bento XVI refere que pagar impostos é dever de um bom cristão
Bento XVI explicou que, para São Máximo, "viver a vida cristã significava assumir os compromissos civis", inclusive pagar impostos, mesmo que fossem "desagradáveis e onerosos".
"Apesar de terem mudado as condições, serão sempre válidos os deveres dos crentes perante a sua cidade e a sua pátria", assinalou o Papa, reforçando que "o vínculo entre os compromissos do cidadão honesto e os de bom cristão não terminam nunca".
Bento XVI enfatizou ainda que "a fé não afasta o cristão das tarefas temporais mas, ao contrário, como já assinalou o Concílio Vaticano II, obriga ao seu cumprimento exacto, de acordo com a vocação de cada um".
In: Diário Digital
Mensagem de D. Albino Cleto antes da sua viagem a Roma para a «visita ad limina»
Estimados irmãos,
No início deste mês de Novembro, do dia 2 até ao dia 12, o vosso Bispo estará em Roma, cumprindo de boa mente um dever episcopal que tem por nome "Visita ad limina Apostolorum", isto é, visita aos dos Apóstolos Pedro e Paulo e encontro com o Pastor de toda a Igreja, o Santo Padre Bento XVI. Esta antiquíssimo tradição torna presente ao Bispo e à Diocese que lhe foi entregue a consciência de que ele é um continuador dos Apóstolos, Pastor de uma Igreja particular, porção da Igreja Universal, Igreja de Jesus que proclama o mesmo Credo e cultiva a unidade no amor recíproco e na celebração dos mesmos mistérios sagrados. Por isso, o Bispo de Coimbra, integrado no grupo dos Bispos de Portugal, proclamará junto da sepultura de S. Pedro e também na de S. Paulo a fé que ele mesmo ensina na sua catedral coimbrã e nas visitas pastorais, a fé que vós, seus padres, diáconos e catequistas, sobretudo vós, famílias cristãs da sua Diocese, viveis e transmitis aos que vos cercam. Na sua permanência em Roma o vosso Bispo encontrar-se-á repetidamente com o Santo Padre e com os principais colaboradores e serviços que ajudam Bento XVI a orientar o povo de Deus por rumos acertados de esperança e entre-ajuda.
Será esta mais uma oportunidade de avaliação dos caminhos por nós percorridos, com acertos e falhas, bem como ocasião privilegiada para recolher orientações seguras e estimulantes. Durante estes dias o Bispo terá bem presente, no seu espírito e na oração, a amada Igreja de Coimbra que lhe foi confiada e sente bem unida à Igreja una, santa, católica e apostólica, presidida por Pedro. Peço-vos, estimados irmãos, que nestes dias me acompanheis, em pensamento e oração, particularmente nas preces da Eucaristia dominical, rogando a Deus pela nossa Diocese, a fim de que ela, sempre unida à Igreja dos Apóstolos e ao seu Pastor universal, seja uma comunidade viva, iluminada pelo Espírito Santo e generosa no serviço dos homens e mulheres que vivem nestas abençoadas terras de Coimbra.
D. Albino Cleto, Bispo de Coimbra
In: Agência Ecclesia
Limites da ciência
Vista de qualquer ângulo, a história de Galileu Galilei nunca deixará de ser absurda e ridícula. Uma investigação, uma teoria, um homem condenado pelo dado novo que ofereceu à humanidade - o sol e não a terra, era o centro planetário. Como se fosse possível negar a Neil Armstrong a sua descida à lua. Destas e doutras histórias, bem o sabemos, se compõe a história. E também sabemos que a distância no tempo umas vezes foca, outras desfoca os factos e pouco acrescenta às teorias.
Muitas perguntas são hoje lan-çadas à ciência. E justamente. Acabou o tempo em que tinha legitimidade a investigação sem limites, mesmo desfigurando o rosto do homem ou até lançando-o mortalmente por terra.
Ao sabermos que nenhuma arma se construiu sem que fosse posteriormente aplicada, já nos precavemos um pouco mais, mesmo na convicção de que o homem tem a ordem nata e bíblica do "enchei a terra e dominai-a".
Há, de facto, limites. Muitos, éticos. As "ciências da vida" não podem caminhar indefinidamente contra o homem e a humanidade. Mas nem sempre a exigência ética é referência única. Hoje a ciência sente-se desafiada por bloqueios inerentes à própria investigação. São limites nascidos no seu interior mesmo com todos os caminhos abertos ao progresso e descoberta ilimitada. Há novas fronteiras no terreno do microcosmos "por falta de instrumentos de observação que nos permitam prosseguir para lá das paredes douradas" escreve o professor George Steiner no lançamento da Conferência 2007 na Gulbenkian. Dois dias de reflexão para esta pergunta"A ciência terá limites?" Eis uma questão oportuna para alguma arrogância dos nossos dias. Terá limites a ciência?
Não se trata de arrevesadas questões filosóficas - tão essenciais como o pão de cada dia - mas de visitar a fronteira onde o limite nos remete para o ilimitado, a razão para o mistério, a dúvida para o absoluto, a razão para a fé. Seja qual for o credo que cada qual professe, nunca poderá deixar passar ao lado o nuclear destas questões. A história de Galileu não serve de pretexto para converter relativos em absolutos.
António Rego
In: Agência Ecclesia
38 milhões Levantaram-se para a Luta contra a Pobreza
Os resultados da Campanha Internacional "Levanta-te" foram atingidos: em todo o mundo, 38 milhões de pessoas levantaram-se e ergueram a sua voz para pedir aos governantes dos países que não esqueçam os povos que sofrem.
Desde universidades e escolas a estádios de futebol, passando por parlamentos e escritórios, mais de 6 mil eventos em 110 países tornaram esta campanha um evento à escala planetária.
O próprio Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, "levantou-se" em conjunto com todos os funcionários das Nações Unidas.
Ásia foi o continente que mais se "levantou": 28 milhões de pessoas responderam ao apelo. Depois veio África (onde a FEC também se levantou, como pode ver
aqui), com 7,5 milhões de participantes, os países árabes, com 2,5 milhões e a América Latina, com 734 mil pessoas.Mandy Kibel, director de comunicação da Campanha do Milénio das Nações Unidas, afirmou que foi positivo a maior parte dos participantes ter vindo dos países mais pobres. "O LEVANTA-TE deu oportunidade às pessoas dos países mais pobres de fazerem a sua voz ouvir-se em assuntosque lhes dizem respeito de forma directa", afirmou.
Em Portugal, as expectativas mais optimistas foram ultrapassadas: 65.753 portugueses levantaram-se e juntaram a sua voz à campanha.