Editorial
O nosso jornal faz 40 anos de existência, e 25 de publicação, em virtude da auto-suspensão entre os anos 1976 a 1991. É já uma vida longa, por tratar-se dum meio de comunicação social, sujeito a inúmeras vicissitudes, que têm provocado o desaparecimento de inúmeros títulos. Para melhor se perceber a evolução e renovação, convidamos os estimados leitores a ler a descrição feita no artigo sobre a "LUZ ao longo dos tempos". Apesar de 15 anos de adormecimento, foi possível recuperar a sua história e relançar a audácia inicial, o que nos parece um grande enriquecimento. O estímulo dos nossos leitores, o apoio da Igreja, e ajuda dos nossos patrocinadores são determinantes para não nos deixarmos desalentar. Muito teríamos a partilhar com toda a comunidade que aproveita o nosso trabalho. Seria demasiado longo. Julgamos contudo que vale a pena assinalar algumas linhas sobre a sua evolução:
E muito mais poderíamos continuar a descrever. Estas são o suficiente para justificar a prestação de um serviço de inegável qualidade (perdoem-nos a imodéstia!), que fazem avançar com determinação, profissionalismo e sentido de missão. Outros julgarão com acerto o resultado do nosso empenho. Uma coisa podemos assegurar: enquanto pudermos ser úteis e necessários, com um sentido de Igreja em comunicação, ao serviço da pessoa e da região, privilegiando não apenas a notícia, mas a nova evangelização, tentaremos sempre caminhar, progredir, inovar, acompanhando a evolução dos tempos, a renovação da sociedade e da Igreja.
Naturalmente que se requer também o acompanhamento dos nossos leitores e amigos, dando sugestões, participando e apoiando, nomeadamente com o pagamento atempado do valor da sua assinatura. Por isso deixamos também este alerta. Muito em breve, deixará de haver comparticipação do estado no pagamento da expedição postal. Significa que os jornais deverão estar preparados para suportar todos os custos, sem contar com a actual prática do porte pago. Assim, e porque as despesas subiram bastante, inclusive, pelo aumento de páginas, pedimos aos nossos leitores que sejam compreensivos pela actualização do valor das assinaturas, e bom seria que muitos posam voluntária e generosamente dar um contributo superior, para fazer face às despesas cada vez superiores.
Queremos saudar o novo Director Adjunto, P. Paulo F. S. Filipe, recentemente ordenado, que aceitou o desafio em colaborar na responsabilidade directiva e pastoral do nosso jornal. Começámos a sensibilizar as paróquias da Região Sul para . Ficaremos muito gratos aos Párocos se. Saudamos ainda um razoável nš de animadores cristãos que nos receberam pela primeira vez em suas casa, e compreenderão que o seu serviço à Igreja e aos irmão será ainda mais apoiado pelo serviço que nós próprio também lhes prestamos.
Renovação de assinaturas
É com algum sofrimento que nos vemos forçados a solicitar aos nossos prezados assinantes um gesto de acarinhamento neste aniversário: actualizar a sua assinatura. São variadíssimas as razões para esta medida:
Aumento de páginas: começámos com 4 e vamos já em 16;
Pagamento de parte nos portes: progressivamente vai desaparecer a comparticipação do Estado, pelo que os nossos encargos são cada vez maiores, sobretudo para o estrangeiro; Criação de um posto de trabalho, que se torna inevitável com o aumento de tarefas a desempenhar.
Esta actualização tem de ser progressiva, à medida que tenhamos de enfrentar novas dificuldades. Por isso pedimos encarecidamente a compreensão de todos, para que sejam solidários em fazer frente aos obstáculos que é preciso ultrapassar, para acompanharmos a evolução que tem de ser feita.
Agradecemos que o pagamento da assinatura, como nos obriga a Lei, seja feito atempadamente, no início de cada período a que diga respeito, e não haja descuidos.
Por último, deixamos um desafio: que cada assinante nos arranje uma nova assinatura, para consolidar a nossa estabilidade. Podemos contar?
O nosso reconhecimento
A Administração