Notícias de Penela
Movimento paroquial
Nas mãos de Deus
Rabaçal:
23 de Janeiro Maria das Dores 98 anos viuva de José Simões Paulo Chanca Rabaçal.
Podentes:
9 de Janeiro Celeste Santos Jesus 74 anos viuva de Fausto Pereira Casal da Azenha Podentes
Penela São Miguel e Santa Eufémia:
8 de Janeiro Olivia Simões 57 anos viúva de António Mendes Fernandes Melhorado
9 de Janeiro Alberto Fernandes 77 anos casado com Maria do Céu Casal Pinto
10 de Janeiro Manuel Rodrigues Alfaiate 82 anos viúvo Casal Novo
13 de Janeiro Maria Deolinda Freire 89 anos casada com José Freire Dias Pastor
18 de Janeiro Isabel Afonsa Salgueira- 98 anos viúva de Fiel Nunes Penela
20 de Janeiro Licinia de Jesus 86 anos viúva de José Fernandes Seoane Penela
20 de Janeiro Piedade da Estrela 85 anos viúva de António Lopes Pereira - Almada
21 de Janeiro Amélia Mendes 78 anos viúva de José Sá - Infesto
22 de Janeiro Maria de Nazaré Mendes 77 anos casada com Fernando Mendes Lisboa
25 de Janeiro Manuel Rodrigues 82 anos viúvo de Vitória da Conceição Torre Dͺ Jerónima
26 de Janeiro José Alves Alexandre 78 anos casado c/ Helena de Jesus Serradas da Freixiosa
29 de Janeiro António Duarte Castanheira 71 anos solteiro São Sebastião.
Não separe o homem o que Deus Uniu
Penela São Miguel
Dia 3 de Janeiro
Ricardo José Couceiro Panão, de 31 anos de idade, de Condeixa a Nova, com Ana Maria Duarte Ramos, de 26 anos de idade, da Camarinha. Foram testemunhas: Emília da Conceição de Matos Caridade Fernandes e Alexandre Manuel Duarte Ramos
Novos filhos de Deus
Penela Santa Eufémia
Dia 11 de Janeiro
- Marta Filomena Mendes Duarte, filha de Armando Manuel Rodrigues Mendes e Cristina Maria Leal Duarte, residentes no Casal Branco. Foram padrinhos: Pedro Manuel Reis Simões Mendes e Maria Isabel Leal Duarte Santos.
- Tiago Miguel Pascoal Rodrigues, filho de José António Pascoal Rodrigues e de Eugénia Maria Rodrigues Marques das Rosas. Foram padrinhos: Paulo Manuel Rodrigues Marques e Claudia Sofia Santos Rodrigues.
Sociedade Filarmónica Penelense celebrou Aniversário
No passado dia 18 de Janeiro, a Sociedade Filarmónica Penelense completou 146 anos de idade.
A Sociedade Filarmónica manteve-se sempre em actividade durante todos estes anos, embora tenha atravessado por diversas dificuldades.
Foi fundada a 18 de Janeiro de 1858 por Manuel José Erse, Prior de S. Miguel, Frei José da Encarnação, guardião do Convento Santo António, Joaquim Urbano Peres, farmacêutico, João Raymundo de Oliveira Neves, funcionário público, Dr. Florêncio Cordeiro, advogado.
Em 1958, nas comemorações do seu centenário, o presidente da República Portuguesa concedeu-lhe o grau de Cavaleiro da Ordem de Benemerência.
Nos anos 60 e 70, as nuvens pairaram, mas não foram suficientemente negras para impedirem a continuidade da actividade.
Os anos oitenta marcaram o reavivar do espírito que há mais de um século originara a sua criação. As comemorações do 125.Ί Aniversário, realizadas em 1983, assumiram-se como o momento histórico dum projecto de rejuvenescimento encetado por um punhado de jovens filarmónicos apostados em manter viva a chama que alguém acendera já em meados do século XIX.
Em 1988, foi publicado o Livro " Sociedade Filarmónica Penelense 130 anos ao serviço da Cultura Musical, uma obra só possível graças à generosidade e empenhamento e reconhecida capacidade do seu autor, o Dr. Mário Nunes.
Em 1997, renasce (já existiam referências a esta orquestra) a Orquestra Juvenil, composta por jovens que frequentam a Escola de Música.
Actualmente, com 146 anos de actividade ininterrupta e com o reconhecimento generalizado do importante papel que cabe às Filarmónicas em geral e a esta em particular, no domínio da divulgação musical e simultaneamente no aproveitamento dos tempos livres, constitui-a como parceiro fundamental na construção da sociedade justa que todos desejam.
As comemorações iniciaram-se no dia 17 de Janeiro, integradas no programa " Inverno Cultural 2004", organizado pelo Município de Penela. Assim, pelas vinte e uma horas o Clube Desportivo e Recreativo acolheu uma representação teatral da peça "Auto da Barca do Inferno" de Gil Vicente, pela Casa dos Afectos, já, às 22 horas, a Orquestra Ligeira da Sociedade Filarmónica Penelense realizou um concerto neste mesmo espaço.
No dia 18 as comemorações iniciaram-se cerca das 10 horas, tendo encerrado pelas 15 horas com um concerto, no Centro de Arte e Cultura da Sociedade Filarmónica Penelense, da União Filarmónica Maiorquense e da Sociedade Filarmónica Penelense.
Câmara de Penela celebrou protocolo com Juntas de Freguesia do Concelho
O Concelho de Penela possui um território vincadamente marcado por traços identificativos duma ruralidade específica, onde pontificam evidentes testemunhos da fé e dos usos e costumes quotidianos das populações, sendo alguns desses testemunhos, as inúmeras alminhas e as fontes espalhadas um pouco por todo o Município.
Estas estruturas, até tempos bem recentes, constituíram um papel fundamental na fixação das populações e na definição do seu modo de vida, mas actualmente estes equipamentos encontram-se votados ao esquecimento.
No sentido de recuperar este riquíssimo património, no passado dia 8 de Janeiro, a Câmara Municipal de Penela celebrou um protocolo com as Juntas de Freguesia da Cumieira, Espinhal, Podentes, Rabaçal, Santa Eufémia e S. Miguel.
O objectivo deste acordo refere-se à recuperação das Fontes e Alminhas existentes no Concelho, onde ficou estipulado a dever de cada entidade.
O Município deve articular com cada uma das Juntas de Freguesia a elaboração do levantamento dos equipamentos objecto do presente protocolo, bem como das obras necessárias à sua recuperação e valorização.
Compete ainda à Câmara Municipal aprovar, sob proposta da Junta de Freguesia e mediante parecer dos Serviços Técnicos do Município, o orçamento e o faseamento de cada intervenção a efectuar, bem como transferir por cada Junta de Freguesia as verbas correspondentes aos custos das intervenções efectuadas, até ao limite de dois mil e quinhentos euros por ano económico e por freguesia, mediante relatório técnico da evolução dos trabalhos entretanto realizados, devendo ainda assegurar o acompanhamento técnico e a fiscalização das obras.
Cada Freguesia obriga-se a articular com o Município a elaboração do levantamento dos equipamentos objecto do presente protocolo, bem como das obras necessárias à sua recuperação e valorização; submeter à aprovação do Município o orçamento e o faseamento de cada intervenção a efectuar; assumir a qualidade de dono da obra; proceder à contratação da empresa para realizar os trabalhos; pugnar para que os trabalhos aprovados sejam realizados nos prazos previstos; efectuar todos os pagamentos devidos à empresa contratada para a realização das obras e satisfazer, por si ou por terceiros, todas as despesas de administração decorrentes da execução do presente protocolo, designadamente as decorrentes da contratação de fornecimento de energia eléctrica, água, telecomunicações, entre outras.
Gabinete de Imprensa
Penela encerrou Montarias do Centro 2003/2004
Decorreu no passado dia 1 de Fevereiro, em Penela, a última etapa das "Montarias do Centro". Esta iniciativa ficou a cargo da Câmara Municipal de Penela em parceria com as Associações de Caçadores do Concelho, a Região de Turismo do Centro, a Direcção Regional de Turismo do Centro, a Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral, o Clube Português de Monteiros e a MEDIPOM.
O dia começou bem cedo para os cerca de 130 monteiros, ansiosos por mais uma jornada de caça e de convívio. O início da montaria esteve marcado para as 07h30m, com a concentração no Castelo de Penela. Por volta das 08h00 começou a "romaria" dos monteiros até ao edifício dos Bombeiros, onde se serviu um vasto e energético pequeno-almoço (taco). Antes do sorteio das portas seguiu-se por parte do Director da Montaria o lembrar a todos os monteiros das regras básicas de segurança e o já tradicional tempo de reflexão e oração em memória de todos os caçadores já falecidos. Após a distribuição dos monteiros pelos respectivos lugares na mancha, e por volta das 10h00 deu-se início à tão esperada montaria. Com 8 matilhas a trabalhar no terreno não demorou muito a que os primeiros tiros começassem a ecoar pelo Monte de Vez.
Por volta das 15h00 deu-se por encerrada a montaria com 8 javalis abatidos, o que prova o sucesso deste evento. Seguiu-se o almoço, oferecido pela Câmara Municipal de Penela, com todos aqueles que participaram na montaria, no final teve lugar o tradicional baptismo dos monteiros que se estrearam a abater peças e o leilão dos javalis abatidos.
Para todos os acompanhantes dos monteiros estava reservado um programa especial, visitaram a Mancha, a Villa Romana, o Espaço-Museu e o Castelo de Penela, coordenada pelo Dr. Mário Duarte, responsável da cultura e património da Câmara Municipal de Penela.
Gabinete de Imprensa
Cortejo de Reis em Penela
mais um ano de sucesso.
Uma vez mais Penela, reviveu a história de há 2000 anos.
Os personagens foram devidamente ensaiados, vestidos e caracterizados .
O Menino encontrava-se na cabana quintal das Lapas do castelo de Penela- e para os Reis Magos lá chegarem tiveram várias paragens.
O encontro dos Reis Magos, Belchior (Vintem), Gaspar (Bruno Valente) e Baltazar (Bruno Teixeira), deu-se na entrada norte da vila, onde uma grande multidão os esperava e onde se encontrava o Grupo Coral das Paróquias de Penela, que com cânticos alusivos cantaram durante todo o percurso.
Depois de se encontrarem e de seguirem a estrela brilhante que os acompanhou, seguiram até ao Campo dos Pastores, onde o Anjo apareceu e indicou o caminho aos pastores, interpretação realizada por um grupo de catequese das Taliscas. Depois foram todos juntos até á cabana do Velho Simião, onde o diálogo foi protagonizado pelo Moço e o Velho foi delicioso ver a interpretação dos dois jovens da catequese do Rabaçal, neste quadro - . A seguir na Fonte de Elias , junto da Fonte Nova , estava montada uma caravana de Árabes, a que todos os anteriores se juntaram e aí se ouviu o canto da cigana.
Com o caminho um pouco sinuoso, chegou-se ao Palácio de Heródes, com interpretação feita pelo grupo de catequese do 10Ί ano de Penela e liderada pelo Marco Basílio, que uma vez mais interpretou o papel de Heródes, que recebeu os Reis Magos para saber o que faziam tão importantes pessoas na sua terra e para ser simpático os recebeu em seu palácio. Os reis magos sabiam bem quem era Herodes e poucas informações lhe deram.
Depois de se despedirem de Herodes, montaram seus cavalos e lá chegaram ao Presépio,- feito pelo Belmiro e a sua equipa dos escuteiros - onde o Menino Jesus, o Dinis de poucos meses de vida, se encontrava com sua Mãe e José confortávelmente instalados, onde nem o burro e a vaca faltaram.
Aí os reis magos entregaram os seus presentes, assim como os restantes personagens.
Depois seguiu-se o leilão dos presentes deixados e, com as ofertas deixadas por todos, a receita de 516,30 foi entregue ao Conselho Económico das Paróquias de Penela para as obras da Casa Paroquial.
O tempo este ano ajudou e foi sem dúvida o melhor e maior cortejo realizado em Penela; para o ano lá estaremos novamente para receber os reis magos e reviver uma vez mais o passado. Penela é sem dúvida uma vila presépio.
Vítor Simões
No Rabaçal cantaram-se as Janeiras
Um grupo de pessoas reuniu-se e com a ajuda do Padre Nuno, durante a primeira quinzena do mês de Janeiro percorreu a freguesia do Rabaçal a cantar as Janeiras e desta forma recolheu donativos para as obras da Igreja Paroquial do Rabaçal que se encontra em obras interiores e que irão ficar em vários milhares de euros.
Foi sem dúvida um reviver do passado e que foi bem aceite por todos.
Câmara de Penela promove "Inverno Cultural 2004"
A Câmara Municipal de Penela, em parceria com as associações concelhias, continua a organizar, ao longo dos próximos meses, um vasto programa de animação cultural por todas as aldeias e vilas do município, denominado de "Inverno cultural 2004".
Segundo Marta Ramos, vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Penela, com esta iniciativa a autarquia pretende "sobretudo, e em especial, dinamizar as quinze associações existentes no concelho, assim como promover iniciativas culturais diversificadas e um intercâmbio entre as associações".
Nesta edição do "Inverno Cultural 2004" participam grupos musicais e de teatro de concelhos vizinhos, apresentando propostas culturais diferentes em cada freguesia. Em
declarações à Vida Nova Fm, referiu os objectivos desta iniciativa.
De referir que as actividades tiveram início no passado dia 17 de Janeiro, na sede da Sociedade Filarmónica Penelense, e o encerramento do "Inverno cultural 2004" acontecerá no dia 25 de Abril, também em Penela, com a festa das associações concelhias.
No que diz respeito ao programa do mês de Fevereiro, destaque para as 15 horas, do dia 15, em que o Grupo de Teatro de Santo Amaro e o Grupo Etnográfico da Região de Coimbra actuam na Associação Cultural e Recreativa Casais de Santo Amaro.
A animação regressa a este município no domingo seguinte, dia 22, pelas 15 horas, desta feita nas instalações do Centro Cultural de S. Sebastião, com a actuação do Rancho Folclórico do Monte de Vez e do Coro da Casa do Povo de Miranda do Corvo.
O último espectáculo do mês de Fevereiro acontece no domingo, dia 29, pelas 15 horas, na Associação Cultural e Recreativa de Grocinas, em que o Grupo de Teatro do Monte de Vez e o concerto de Música Popular, Mário Mata.
Muitos espectáculos a decorrer nas freguesias e vilas do município de Penela, até ao dia 25 de Abril, no qual participam todos os grupos e associações deste concelho.
Marta Santos
SOCIEDADE FILARMONICA PENELENSE
146 ANOS DE VIDA
A Sociedade Filarmónica Penelense foi fundada em 18 de Janeiro de 1858, por um grupo de ilustres Penelenses dos quais se destacavam Manuel José Erse, José da Encarnação e Joaquim Urbano Peres.
Por volta do ano de 1867, com a chegada a Penela do professor primário João Rodrigues de Deus, oriunda da vila da Lousã, a Filarmónica Penelense viria a conhecer um dos melhores períodos da sua longa história.
Na época de 1939 a 1945, foi considerada a melhor Banda do Distrito de Coimbra, tendo durante parte deste período sido regida pelo ilustre Maestro Raposo Marques.
Agraciada em 1958, no seu centenário, com o Grau de Cavaleiro da Ordem de Benemerência pelo então Presidente da República, Américo Tomás.
Após um período de altos e baixos nas décadas de sessenta e setenta, viria a ressurgir com maior dinâmica nos anos oitenta, com o rejuvenescimento dos seus elementos, passando a partir de então a contar com um considerável número de Jovens nas sua fileiras.
Com a Escola de Música em plena actividade, a Banda conta actualmente com cerca de 37 elementos, na sua maioria jovens oriundos da Escola de Música, e tem ainda uma Orquestra Ligeira. Neste momento; e já, alguns anos, a Sociedade Filarmónica tem como Maestro Jorge Campos.
Nestas comemorações do 146Ί aniversário, do programa destacou - se uma peça de teatro pela Casa dos Afectos, a actuação da Orquestra Ligeira, e no domingo participou na festa a Banda da União Filarmónica Maiorquense, de Maiorca, que percorreu as ruas da Vila, e depois do almoço comemorativo, que contou com a presença de várias entidades oficiais, actuou depois da Sessão Solene, que decorreu no Centro de Arte e Cultura da S. F. Penelense.