Notícias da Região

Jornadas Mágicas de Sicó cumpriram objectivos

De 7 a 9 de Setembro, as várias freguesias que compõe os Municípios de Alvaiázere, Ansião, Condeixa, Penela, Pombal e Soure acolheram a realização de espectáculos de magia. Tratou-se de uma iniciativa promovida pela Terras de Sicó - Associação de Desenvolvimento em parceria com os seis municípios deste território e o Ayuntamento de Zamora, estando a produção do evento a cargo da Luís de Matos Produções, Lda.   

Em nota de imprensa, a Terras de Sicó afirma que as Jornadas Mágicas de Sicó – 1.º Festival Internacional de Magia de Rua "registaram uma boa adesão das populações e atraíram muitos visitantes".

Segundo a já referida nota, "ao longo dos três dias, foram promovidos 85 espectáculos, que levaram a 67 sítios distintos do território das Terras de Sicó cerca de 12.000 visitantes, muitos fazendo visitas a vários locais seguindo o "programa-de-mão", confirmando um dos objectivos traçados pela Terras de Sicó, que era a descentralização estratégica dos eventos, obrigando o público a uma mobilidade pelo território, dando-o a conhecer em quase toda a sua extensão".

O balanço feito entre os Municípios, a Terras de Sicó e a Luís de Matos Produções, Lda. é bastante positivo, posição essa descrita pelo próprio mágico Luís de Matos, director artístico do certame, ao afirmar "que o desafio lançado era de uma exigência ímpar na sua carreira enquanto director e produtor, mas o território a que pertence, a vontade dos promotores e a qualidade dos mágicos escolhidos, lhe garantiram desde o início a tranquilidade necessária para expor uma vez mais as suas capacidades no mundo das artes mágicas, desafio esse, queiram os autarcas e a Terras de Sicó, deverá ter continuidade para ancorar o território enquanto referência de eventos culturais".

Também o Delegado Regional de Cultura do Centro e o Presidente da Região de Turismo do Centro, reforçaram o desejo da Terras de Sicó de que o evento é para continuar e ancorar de forma definitiva no território como "Sicó – um território de magia!", disponibilizando meios e vontades para que no próximo ano o certame seja o passo decisivo para a sua consolidação enquanto evento cultural e turístico ímpar no quadro da Região Centro.

Já nos dias 15 a 16 de Setembro, uma delegação da Terras de Sicó deslocou-se à cidade de Zamora (Espanha) para participar nas XIV Jornadas Internacionales de Magia de Zamora, cumprindo um dos outros objectivos definidos, que era o estabelecimento de uma plataforma de promoção dos dois eventos, potenciando no quadro cultural um protocolo de colaboração institucional para que as Jornadas de Sicó e as Jornadas de Zamora passassem a ter uma promoção conjunta, limando as tradicionais fronteiras a favor de um desafio europeu único, que tem por artes mágicas a magia enquanto elemento de irmandade unida pelo mesmo fim.

Confirmado o êxito e avaliados os resultados, a Terras de Sicó – Associação de Desenvolvimento e a Luís de Matos Produções, Lda. anunciaram a vontade mútua de realizar para o ano as IIªs Jornadas Mágicas de Sicó, evento já datado para o fim-de-semana de 05, 06 e 07 de Setembro de 2008.

 

Seminário debateu gastronomia e turismo das Terras de Sicó

No âmbito das comemorações do Dia Mundial do turismo, que se assinalou a 27 de Setembro, realizou-se, na Residência dos Condes de Castelo Melhor, em Santiago da Guarda, um seminário subordinado ao tema "Gastronomia e Turismo em Terras de Sicó".

O debate, que foi moderado por Leonel Antunes, em representação da Câmara Municipal de Ansião, contou com a participação de Rui Rocha, vereador do turismo da edilidade, de Edite Ferreira, directora do Centro de Novas Oportunidades da Escola ETP Sicó e ainda com a presença de dois empresários da restauração.

O vereador do turismo foi o primeiro a usar da palavra. Na sua intervenção, Rui Rocha afirmou que o Município tem assumido o turismo como um vector de desenvolvimento económico, tendo sido feito, desde há alguns anos, um trabalho sistematizado e contínuo, realçando que os primeiros passos foram dados com a candidatura ao programa comunitário EQUAL e com a realização de acções de formação para agentes locais.

Este responsável considerou ainda que deve existir entendimento e colaboração entre os vários municípios que constituem a Associação de Desenvolvimento das Terras de Sicó e que deverão ser criados programas/ iniciativas comuns, que sejam atractivas do ponto de vista do turista, para que o mesmo não visite o território de forma pontual, mas possa permanecer e daí retirarem-se mais-valias para a região de Sicó.

Rui Rocha referiu ainda que os técnicos da Região de Turismo do Centro estão o Plano Estratégico Municipal do Turismo. Trata-se de um levantamento do que já existe e está a funcionar no concelho e também de um documento que projecte o que se pode implementar em várias áreas.

Segundo o vereador, é necessário sensibilizar os empresários para que estes divulguem e promovam os produtos endógenos nos seus estabelecimentos, assim como incentivá-los a apostar na formação/ qualificação do pessoal.

Já, Edite Ferreira, centrou a sua intervenção no Projecto "Ansião turístico – valorizar para competir", que foi desenvolvido, no âmbito do programa comunitário Equal. De 2002 a 2006 o projecto debruçou-se sobre as potencialidades e fragilidades turísticas do concelho de Ansião, tendo sido desenvolvidas muitas actividades com o objectivo de promover a hotelaria e a restauração, assim como a qualificação de activos e valorização os recursos endógenos: o artesanato, a gastronomia, as plantas aromáticas e medicinais.

No contexto deste projecto e com o objectivo de divulgar todo o património existente, foram elaborados vários roteiros turísticos, tendo sido criadas também duas lojas de produtos locais.

O queijo rabaçal, a sardinha albardada, o cabrito e borrego de Sicó assado são alguns dos elementos que constituem a ementa típica das Terras de Sicó e que, na opinião de Edite Ferreira, devem constituir uma forte aposta dos profissionais de restauração da região.

Usando da palavra, Leonel Antunes considerou ser necessário consciencializar os proprietários de estabelecimentos ligados à alimentação para que eles próprios sejam agentes de desenvolvimento turístico, servindo bem os clientes e colocando ao seu dispor os produtos endógenos. Segundo o moderador da sessão, seria importante que estes profissionais conhecessem também o património da região, podendo sugerir aos turistas/ clientes uma visita a um local de interesse no território envolvente, garantindo, deste modo, a sua permanência por mais tempo na região.

Seguiu-se, depois, a intervenção de dois da restauração, que falaram da sua experiência enquanto responsáveis por um restaurante e dando exemplos de esforço no sentido de uma permanente qualificação, de profissionalismo, de bem servir, nomeadamente apresentando a gastronomia típica de Sicó.

De referir que o seminário terminou com uma prova de produtos endógenos das Terras de Sicó.

Foi apresentado circuito da Romanização

Ansião, Condeixa e Penela, três concelhos que fazem parte da sub-região de Sicó, estão agora mais próximos e unidos por um elo comum – o circuito da romanização.

A apresentação do já referido circuito realizou-se, na manhã do dia 28 de Setembro, no auditório do Museu das Ruínas de Conímbriga, em Condeixa.

Na ocasião, António Queirós, da Liga de Amigos de Conímbriga, recordou que há 11 anos que a Liga de Amigos de Conímbriga, o Museu, a Região de Turismo do Centro (RTC) e os Municípios que compõem as Terras de Sicó tem trabalhado num projecto comum, um roteiro do turismo cultural e de natureza desta região, que abarca os concelhos de Alvaiázere, Ansião, Condeixa, Penela, Pombal e Soure. De acordo com as suas declarações, o referido roteiro "tem sido percorrido por dezenas de milhares de visitantes com agrado e com sucesso", tendo sido dado mais um passo nesse sentido com a criação deste novo produto.

Segundo este responsável, contrariamente ao que qualquer cidadão comum pensa "para se conhecer o território de Sicó são necessários, pelo menos, 32 dias e 32 noites porque existe património suficiente e este muda consoante as quatro estações do ano". Ao somar-se aos oito circuitos já existentes, este novo circuito, o turista necessitará de prolongar a sua estadia por mais quatro dias e noites, perfazendo no total 36 dias e noites de visita.

Aproveitando a presença do presidente da RTC e das autarquias envolvidas, António Queirós realçou a importância de que "estruturas como as existentes em Conímbriga, Rabaçal ou Santiago da Guarda tem de ser organizadas para prender o mais possível" para que o turista passe mais tempo neste território, tendo garantido que este território "tem essa potencialidade". Citando uma análise efectuada pelo Museu de Conímbriga, "os turistas ocupam-se sobretudo de actividade culturais, gastronomia, alguma praia, e negócios", o que em sua opinião também "não acontece por acaso". Este responsável afirmou ainda que "o roteiro das Terras de Sicó e o circuito da romanização corresponde a uma parte substancial dos produtos que o turismo pode oferecer", realçando que "este circuito turístico (da romanização) está montado para integrar todos os patrimónios, servir a economia do turismo, responder a todos os segmentos de público, integrar o património material e imaterial e para, durante o seu desenvolvimento e ir desenvolvendo o interesse e a atenção dos seus participantes. António Queirós referiu ainda que o circuito "está ligado a grande rota e dispõe de um bilhete único" (com o custo de 5,50 euros). Este circuito tem uma dimensão virtual na Internet, que pode ser visitado em www.lac.pt., e, na perspectiva do Museu pote promover e desenvolver o turismo na região.

Presente também na sessão, Pedro Machado, presidente da RTC, resumiu a sua intervenção a três notas que considera relevantes neste projecto, sendo elas: o território, estratégia e o produto turístico.

Quanto ao território, o presidente da RTC referiu que, "cada vez mais, faz sentido que a região centro seja entendida como uma plataforma ligada não apenas ao conjunto de um ou de dois municípios, mas numa estratégia de território".

Aludindo à estratégia, Pedro Machado afirmou que "a região centro está, hoje, organizada enquanto NUT II, através da sua agência de promoção, e definiu claramente que sua aposta nos mercados externos, tais como: Espanha, França, Alemanha, Itália, Holanda e Inglaterra".

Falando sobre o produto turístico, roteiro das Terras de Sicó e circuito da romanização, o responsável da RTC considerou que estes "produtos" são "uma prova de que, de facto, o inter municipalismo e a criação de rotas contribuem para aumentar a permanência de turistas na região centro.

Usando também da palavra, Fernando Marques, presidente do Município de Ansião, recordou que os concelhos pertencentes à Associação de Desenvolvimento Terras de Sicó sempre tiveram a preocupação em promover projectos comuns, como sendo as paisagens, os produtos endógenos, o artesanato e as potencialidades turísticas, onde se enquadra também a "criação" deste circuito da romanização.

Após esta apresentação, seguiu-se depois a realização do circuito que incluiu a visita às ruínas de Conímbriga, Nascente de Alcabideque, Villa Romana do Rabaçal e Espaço Museu, tendo terminado com a visita à Residência Senhorial dos Condes de Castelo Melhor.

O nosso jornal teve ainda a oportunidade de conversar com alguns dos primeiros participantes neste circuito, que nos afirmaram que ficaram encantados com o trajecto, considerando que foi uma boa aposta, e garantiam que iriam repetir o percurso.

Alexandra Santos

Castanheira de Pera

300.000 visitaram a Praia das Rocas

Desde a sua abertura em 2005 e até à passada época balnear, que terminou a 16 de Setembro, a Praia das Rocas, em Castanheira de Pera, já acolheu cerca de 300.000 utentes.

Através de um inquérito realizado, no local, pelos responsáveis do empreendimento, 85% das pessoas vêm de cidades do Litoral, que vão desde Setúbal a Braga, mas são sobretudo pessoas de Leiria e Figueira da Foz as que constituem a principal fonte de turistas da Praia das Rocas, facto surpreendente visto que se tratam de zonas com várias praias ao seu dispor. 10% dos visitantes são oriundos dos concelhos limítrofes, com particular relevo para Ansião, e de outros concelhos no sentido de Castelo Branco. Os restantes 5% provêm do próprio concelho de Castanheira de Pera, valor que corresponde ao esperado pelos responsáveis, tendo em conta o reduzido quantitativo populacional – 3.700 habitantes.

Só este ano foram vendidos cerca de 70.000 bilhetes, mas a este número há que juntar as pessoas que entram gratuitamente na praia, como as crianças com menos de seis anos, os utentes da Villa Praia, os bombeiros, os utentes da Cercicaper e do Centro paroquial de Castanheira de Pera. Por isso, ao todo, o número de visitantes rondou cerca de 90.000.

Os responsáveis acreditam que o balanço poderia ter sido ainda melhor e que se poderia mesmo ter ultrapassado o número de entradas registado em 2005, não fosse termos tido um Verão atípico, em que apenas o mês de Agosto se revelou mais quente e propício a actividades de praia.

O sucesso do empreendimento deve-se a três grandes factores e apostas da gerência. Por um lado, a segurança. Durante o período de funcionamento, há mais nadadores-salvadores do que a lei obriga, que se encontram espalhados pelo espaço. Além disso, há também muitos vigilantes que têm como função acompanhar as pessoas que estão em «terra», mas sobretudo na água e que permanecem em contacto com os nadadores-salvadores, dando o alerta em qualquer situação de emergência. Daí que, nos três anos de funcionamento da praia, «nunca tenha havido um acidente grave dentro de água», garantem os responsáveis. De resto, existe um «gabinete» onde as pessoas podem ser prontamente tratadas em caso de acidente ou lesão.

Em 70-80% da área útil da praia as crianças têm pé e sentem-se mais seguras lá do que em qualquer outra praia, o que é bom para elas e deixa os pais muito mais à vontade e descansados. Aliás, os responsáveis realçam que os seus grandes clientes são as crianças, porque estas, por sua vez, trazem os pais.

Outra das apostas dos responsáveis e dos factores que estarão por detrás da grande procura da praia é a qualidade da água, sendo que «nos últimos três anos nunca houve uma análise que não fosse boa» e, na verdade, o seu controlo, durante o Verão, é efectuado no mínimo quinzenalmente por quatro entidades: a própria empresa que gere a praia – a Prazilândia –, a Câmara Municipal de Castanheira de Pera, o Ministério do Ambiente e a Direcção Geral da Saúde (por intermédio do Centro de Saúde).

Finalmente, a praia também aposta e é conhecida pelas várias ofertas de diversão. Desde logo, há a destacar a formação de ondas de hora em hora, pelo que ao som da sirene de alerta muitos correm para a água. Por outro lado, é possível também usufruir de equipamentos lúdicos como um campo de voleibol aquático, um campo de pólo aquático, havendo canoas e gaivotas (em forma de cisne) à disposição, além de aulas de hidroginástica. Este Verão também foram promovidos alguns espectáculos nocturnos, com a participação de vários artistas

O objectivo destes espectáculos era que as pessoas permanecessem na praia e/ou em Castanheira de Pera mesmo após as 19 horas, altura em que a esmagadora maioria dos utentes parte, e que jantassem por lá, usufruíssem da gastronomia do concelho e dos espectáculos nocturnos, que serão uma aposta ainda mais forte dos responsáveis no próximo ano.

No local também é possível solicitar alojamento: existem seis bungallows, que no total proporcionam 12 quartos duplos. Em alternativa, os utentes podem alugar um veleiro e pernoitar dentro do mesmo, no lago.

Durante o Verão, encontra-se a funcionar um snack-bar no local, que providencia comidas rápidas aos veraneantes, mas que, no Inverno, assume as funções de restaurante.

De salientar que no decurso da época balnear há um dispositivo de identificação implementado pela gerência – uma pulseira –, que o utente recebia depois de comprar o bilhete e que lhe permitia circular dentro e fora da praia.

Após uma época balnear de três meses e meio, a praia encerrou no dia 16 de Setembro, uma vez que o recomeço das aulas diminuiria drasticamente a afluência das famílias. «A partir do momento em que começam as aulas, acabou a Praia das Rocas», disse-nos um dos responsáveis, uma vez que em 2005 a experiência de manter em funcionamento a praia na segunda quinzena de Setembro não se revelou compensadora.

O dia de encerramento ficou marcado pelo concerto de uma banda filarmónica, que actuou na «ilha».

Rogério Medeiros

 

Pombal

ISEG considera Portal do Município o mais evoluído

Pelo segundo ano consecutivo, o Portal do Município de Pombal foi considerado o mais evoluído a nível nacional, de acordo com um estudo sobre a evolução da maturidade dos serviços de informação das autarquias no período 2006-2007, realizado pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, recentemente publicado.

Este estudo analisou e publicou um conjunto de classificações sobre as funcionalidades dos serviços de informação das autarquias, baseado em observações directas das páginas de Internet dos 308 Municípios Portugueses, segundo vários critérios pré-definidos como, por exemplo, Presença na Internet, Funcionalidades da Navegação, Informação sobre os Eleitos, Informação Municipal, Informação sobre o Concelho e Abertura ao Munícipe.

O Município de Pombal congratula-se com os resultados deste estudo, que vêm reforçar a aposta estratégica da autarquia nas Tecnologias de Informação e Comunicação, na qualificação Administrativa e nos serviços prestados aos munícipes, num trabalho que vem sendo desenvolvido desde 2004, em parceria com o Projecto Leiria Região Digital, promovido pela AMLEI e financiado pelo POS_C.

 

Pedrógão Grande

PJ detém suspeito de abuso sexual

A Directoria de Coimbra da Polícia Judiciária (PJ) anunciou, no dia 5 de Outubro, a detenção de um homem de 31 anos numa aldeia de Pedrógão Grande por suspeita de abusar de uma menor, com 13 anos.

Segundo fonte da Polícia Judiciária, a mãe da vítima surpreendeu o homem, que não tem ocupação certa, a abusar da filha em Março deste ano, depois de a ter aliciado para entrar na habitação precária onde residia quando a menor chegou da escola. A menor, que sofre de uma deficiência mental ligeira, nunca se queixou dos abusos à progenitora que os surpreendeu em pleno acto sexual.

O homem, que reside aldeia diferente daquela onde foram praticados os actos sexuais, foi detido pelas autoridades e foi presente a primeiro interrogatório judicial.

Após a inquirição do juiz, o suspeito ficou a aguardar o desenrolar do processo em liberdade mas proibido de qualquer "contacto com a vítima e de frequentar a localidade onde a mesma reside", refere a PJ.

 

Miranda do Corvo

Foram inauguradas obras da Hospedaria da Senhora da Piedade de Tábuas

Decorreu no dia 9 de Setembro, a inauguração das obras de recuperação da hospedaria da Senhora da Piedade de Tábuas.

Trata-se de uma obra que resultou do esforço conjunto da câmara municipal, da fábrica da igreja paroquial da igreja de Vila Nova e da comissão de melhoramentos do santuário de Nossa Senhora da Piedade de Tábuas.

A Câmara Municipal de Miranda do Corvo foi promotora de uma candidatura ao programa AGRIS, concretamente à medida "Recuperação e Valorização do Património Natural da Paisagem e dos Núcleos Populacionais em Meio Rural". Esta candidatura mereceu parecer favorável.

A candidatura baseava-se num percurso temático que, com início num espaço de mostra, a Casa dos Reis em Vila Nova, percorreria o espaço rural passando pelo rio, azenhas e terminando no lugar de N.ª Sr.ª da Piedade de Tábuas.

Neste sentido, a Câmara Municipal elaborou o projecto para a recuperação do edifício da hospedaria do Santuário da Senhora da Piedade de Tábuas

A renovada hospedaria situa se junto à Capela, e apresentava-se sem função definida, apresentando algum ar de abandono.

Não se justificando nos dias de hoje o seu uso como hospedaria optou-se pela sua transformação num local para o términos de um percurso pedestre ilustrativo da vida rural.

Finda a recuperação o edifício ficou dotado de uma pequena cozinha de apoio, uma zona para instalações sanitárias e uma sala de onde se poderá observar a confecção dos alimentos.